segunda-feira, 4 de novembro de 2019

FONTE DE VIDA

Observe a figura acima e poste aqui seu entendimento a respeito da mesma. Em especial, tente encontrar uma justificativa para o título.

domingo, 13 de outubro de 2019

O Humano no Micro e Macrocosmo


As imagens e respectivos textos explicativos deste vídeo, colocarão você diante de uma realidade tão fantástica como impossível de negar.
Sua compreensão razoável proporcionará o entendimento da pequenez humana diante da grandeza do universo; assim como da grandeza humana e honra de  fazer parte deste mesmo universo, o qual seria diferente se você não existisse.
Faça um bom proveito desta fascinante “viagem”, tanto para fora como para dentro de si mesmo, e poste aqui seus comentários, contribuindo de modo efetivo para que outros obtenham os mesmos benefícios que você certamente obterá ao se posicionar realisticamente no contexto micro e macrocósmico.

quarta-feira, 24 de abril de 2019

DEUS NÃO PODE SER ENCONTRADO PELA ESCOLHA RACIONAL DE CRER OU NÃO CRER


Olá estimados Rodrigo, Deborah e Thomas.
Venho oferecer uma pequena contribuição para um melhor relacionamento individual com o paradoxo indicado pelo Rodrigo de acreditar e desacreditar simultaneamente que Deus existe.
Reparem  estimados buscadores da Verdade que Liberta, que acreditar significa aceitar como verdade algo que alguém nos oferece como “ verdade”. Portanto, implica em confiar cegamente em nosso informante e esta é uma decisão que passa pelo crivo da racionalidade.
Logo, se nossa fonte de informação for mal intencionada, ou falsa, ou ignorante a respeito do que anuncia como verdadeiro, ou tiver objetivos escusos como,  por exemplo, nos manter na dependência dela, apresentando-se como aquele que tem poder para intermediar a nossa relação com Deus, etc. e tal, só nos resta crer ou não crer, conforme o entendimento da nossa racionalidade.
Todavia, a dependência de alguém que nos mostre o “Deus” da nossa crença, apenas reflete o estágio em que nos encontramos no processo evolutivo da humanidade, e este estágio, diga-se de passagem, é bastante primitivo, de vez que nos faz aceitar passivamente o entendimento que somos deficientes, incapazes de caminhar pelos nossos próprios pés, e por isso precisamos de nos apoiar na “muleta” que nos oferecem aqueles que elegemos e aceitamos como nossos ÍDOLOS.
No entanto, um salto qualitativo pode ser dado por todo aquele que se libertar da dominação que lhes impõem seus ídolos, e reconhecer que, sendo filho do mesmo Pai Criador, embora não se considere melhor nem superior a quem quer que seja, também não é inferior a ninguém, tendo potencial de realização semelhante àqueles que mais admira e, por isso, tem plenas condições de evoluir da condição de “EU CREIO” para a condição de “EU SEI” que Deus existe, está em mim, assim como está em todas as pessoas, homens ou mulheres, crianças ou adultos, doutores ou analfabetos.
Propagar esta verdade e incentivar todos e vivenciarem esta IGUALDADE ESSENCIAL, é tarefa que se impõe a todos que, tendo aberto uma ligeira fresta da janela fechada,  que mantinha sua mente na escuridão da idolatria, permitiram que um raio de luz penetrasse  e lhe  mostrasse  o que antes não conseguiam ver.
Em suma, a  condição de “EU SEI”, não é mais “uma  escolha racional”...,  como indicou o articulista Rodrigo Rocha, e talvez o ajude a quebrar “esse paradoxo”.

sábado, 2 de fevereiro de 2019

Acreditar em Deus é uma escolha racional


Estou acompanhando os debates desse Blog faz algum tempo e resolvi me meter na conversa. Meu argumento é que acreditar em Deus é uma escolha racional e que, ao racionalizar essa escolha cada ser humano perceberá que não há nenhum motivo racional para acreditar em Deus. Esse é o maior paradoxo. Se qualquer pessoa estudar profundamente os alicerces de todas as religiões conhecidas perceberá que todos eles podem ser contestados e negados com uma análise filosófica muito simples. Por exemplo, no catolicismo diz-se que Deus é bom; e é o senhor de todas as coisas. Se ele é bom, e é o senhor de todas as coisas, logo, Ele está referendando todas as mazelas humanas também: violências, estupros, opressão dos mais pobres, etc... Diriam os católicos. Não, mas isso é coisa do Diabo. Ué, se há coisas que são do Diabo, logo, Deus não é o senhor de todas as coisas. O mesmo vale para as teses Kardecistas. Reencarnamos para, dentre outras coisas, purgar nossos “pecados” de outras vidas. Mas reencarnamos sem conseguir lembrar de nada. Se não nos lembramos de nada, como vamos purgar qualquer pecado? O que nos levaria à purificação? A crença em Deus e no bom viver? Ok, mas e se nascermos em uma família de ateus e não tivermos nenhum contato com qualquer religião? E/ou não desenvolvermos qualquer sentimento de religiosidade ou busca transcendental? Lá vai o postulado ladeira a baixo! Eu poderia continuar fazendo esse exercício de lógica indefinidamente, mas acho que já demonstrei meu primeiro argumento.
Porém, quero voltar ao ponto de que acreditar em Deus é uma escolha racional. Como parte dos desígnios da razão, a crença tem que ser testada e contestada todo o tempo. A razão é capaz de colocar perguntas e oferecer respostas quase simultaneamente. Mas, eu penso que pode haver um limite. Pode haver um limite em que a razão fique completamente exausta e torne-se incapaz de responder qualquer coisa. Talvez ai surja uma nova maneira de pensar (ou de não pensar). E talvez nesse momento seja possível encontrar algum caminho para nos aproximarmos de Deus sem os limites tradicionais da razão. Não estou falando de emoções porque entendo que todas as emoções, na minha leitura, são absolutamente racionais. Não parto do princípio da separação entre razão e emoção. Para mim, esses dois movimentos andam em paralelo. Mas eu penso (e não sei explicar racionalmente porque penso assim) que existe alguma coisa, alguma forma de conhecimento para além da razão e das emoções.
Quando vemos as grandes descobertas científicas, é possível imaginar que aconteceram sem razão e sem emoção. Arquimedes e sua grande descoberta sobre a densidade dos metais é um dos melhores exemplos. Ele estava exausto de tanto pensar racionalmente. Mergulhou em uma banheira e de repente encontrou a resposta (provavelmente sem pensar). É claro que há uma briga entre os historiadores da ciência sobre a veracidade da banheira do Arquimedes, mas, esse é apenas um dos vários exemplos. John Nash e a teoria dos jogos, Ramanujan e os números infinitos; e por ai vai.
Bom, em síntese e para não ficar de delongas. Enfatizo que, na minha perspectiva, acreditar em Deus é uma escolha racional que, necessariamente, levará qualquer um a não acreditar em Deus. Talvez no mergulho nesse paradoxo entre a crença racional absoluta e a total descrença racional seja possível efetivamente encontrar Deus. Estou seguindo esse caminho faz algum tempo. Sigo acreditando e desacreditando simultaneamente. Quem sabe um dia eu quebre esse paradoxo.

Rodrigo Rocha

domingo, 18 de novembro de 2018

O QUE EVOLUI É A MENTE, NÃO O ESPÍRITO?

Eu venho acompanhando os posts neste blog e tenho me mantido em silêncio, numa postura de mero expectador, interessado apenas na conclusão a que as discussões levarão, mas desta vez não aguentei mais ficar calado e venho aqui expressar meu protesto contra duas citações em dois posts do fórum de debates. São elas:
“Podemos concluir então que quem tem de evoluir é a matéria, não o Espirito, certo? Ou melhor, quem tem de evoluir é a mente humana para obter condições de receber os conhecimentos que o Espírito tem para lhe oferecer, é isso?!” – publicada em 11/10/2018 e
T — “Você está querendo dizer que quem evolui é a mente pensante e não o Espírito?
Z — Afirmo isso com total convicção”. – publicada em 18/11/2018.
Eu sou adepto da Doutrina Espírita e o trabalho mais importante que se faz é no sentido de auxiliar os Espíritos atrasados a evoluírem. O que você tem a dizer?
Caso autorize a publicação do meu protesto, no que não acredito, me identifique pelo nome de
Júlio Musquera.

sexta-feira, 14 de setembro de 2018

“...deus criado pelo homem e Deus que criou o homem...”

T — Ainda não resolvi continuar, mas preciso da sua ajuda para digerir o significado da expressão “...deus criado pelo homem e Deus que criou o homem...”. Não consigo conceber a ideia de um deus criado pelo homem, você pode explicar o que quis dizer com isso? Z — Você tem algum conhecimento da Bíblia? T — Tenho, sou um fiel seguidor dos mandamentos da Lei de Deus. Z — Se é assim, você terá facilidade para localizar em Êxodo, 3.14: “Eu sou...”. e “...aquele que é me enviou...”. Veja, meu caro Totman, que nada foi acrescentado a esta informação, nenhum adjetivo qualificativo, nenhuma explicação complementar, nem a atribuição de poderes especiais como onipresença, onipotência, todo poderoso, criador de todas as coisas, que tudo sabe, que tudo vê, que tudo julga ou quaisquer outros que exaltem a sua magnificência. Mais adiante, ainda em Gênesis, vemos o Deus único dado a conhecer a Moisés, colocado a serviço dos interesses, tanto pessoais como coletivos; em nome do qual se estabeleceram as normas e regras da vida na sociedade daquela época, no lar e na conduta pessoal (absolutamente necessárias para conter a barbárie reinante), mas ofereceram a noção de um deus a serviço do homem, logo desvinculado do Deus revelado a Moisés, cuja grandeza indicava que a criatura não tem meios de explicar o Criador, o que levou Moisés a se referir a Ele apenas como aquele que É. Posteriormente, os Profetas Bíblicos conquistavam aplausos e aceitação incondicional de seus mandamentos apresentando-se como inspirados por Deus e que este Ser Todo Poderoso, que tudo sabe, que tudo vê e que a todos julga, condenando uns e absolvendo outros. E que este deus mandara que fizessem a guerra contra seus adversários, apoderando-se dos seus pertences e que não deixassem vivo ninguém da geração dos mesmos, até o descendente que ainda estivesse no ventre materno deviam matar. T — Pode parar por aí, dá até raiva de ouvir isso. Vou voltar a ler a Bíblia e, caso encontre alguma procedência no que você está dizendo, voltamos a conversar.